NA SÉRIE WHITE LOTUS, O DESTINO NÃO É APENAS CENÁRIO DAS GRAVAÇÕES.

Hotéis, praias, arquitetura, gastronomia e experiências locais constroem uma narrativa em torno de cada lugar. A série passou pelo Havaí, Sicília e na 3ª temporada, Tailândia. E a atenção cultural se converteu em fluxo turístico e valor econômico.
COM O ANÚNCIO DA TAILÂNDIA COMO CENÁRIO, A BUSCA POR VOOS CRESCEU:
+65% para Chiang Mai
+45% para Phuket
+30% para Koh Samui

Antes mesmo da estreia, o destino já despertava desejo.
US$ 36,5 MI
EM 129 DIAS
A terceira temporada passou 129 dias em produção na Tailândia. US$ 36,5 milhões em gastos locais durante as filmagens. Cerca de 1.000 profissionais tailandeses envolvidos na produção. Segundo o Departamento de Promoção do Comércio Internacional da Tailândia, após a exibição da série houve cerca de:
+300% em reservas de viagens para a Tailândia
+88% em buscas online relacionadas ao país

WHITE LOTUS FEZ MAIS DO QUE COLOCAR A TAILÂNDIA NA TELA.
Hotéis, restaurantes e experiências ganharam visibilidade global, enquanto a série impulsionou a demanda turística e fortaleceu a associação da Tailândia ao luxo, natureza, wellness, gastronomia e hospitalidade.
A série transformou território em narrativa.
E narrativa em desejo.
Esse tema foi pauta da palestra de Lucas Martins, presidente do SUDE, no Panamá, em evento realizado pela Câmara de Comércio Panamá-Brasil, que reuniu empresários dos setores produtivos dos dois países. Na ocasião, abordou como cultura, narrativa e território podem transformar destinos e impulsionar o turismo.

Filmes, séries e movimentos culturais podem funcionar como fortes ativos de marca, associando lugares a estilos de vida, experiências e significados.
LUCAS MARTINS, Presidente do SUDE.
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